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A Universidade como Laboratório Vivo pode contribuir com a implantação de Cidades Inteligentes, por se tratar de um ambiente onde convivem ensino, pesquisa, experimentação, extensão e inovação. Um campus universitário, por ser um espaço de convivência de ideias e cenários, conceitos e tecnologia, contribui para alavancar ações em prol da Sociedade, passando pela sustentabilidade. A gestão e uso consciente dos recursos propicia um ambiente influenciador, não só para os membros da comunidade acadêmica, como para o desenvolvimento local e regional. O fórum tem como objetivos o agrupamento de representantes dos setores que fazem possível uma Cidade Inteligente (Governo, Academia, Empresas, Agências de Financiamento e Sociedade), para compartilhar experiências, nacionais e internacionais, de ações diversas para fazer possível uma cidade inteligente. Busca-se propiciar um ambiente de discussão sobre ações e estratégias para incrementar, interligar e catalisar a participação colaborativa entre os diferentes setores, na busca por melhorar a cidadania e a qualidade de vida da Sociedade.
"A maneira como ocorre a aprovação de leis urbanísticas está obsoleta. Em muitos casos, as leis vão para o Legislativo sem a exigência de estudos técnicos e estratégias de estabilização do sistema, sem utilizar ferramentas tecnológicas compatíveis com o estágio de evolução da sociedade, ficando sujeitas a uma quantidade de legislações cheia de incongruências entre si, feitas por funcionários mal remunerados, não estáveis no cargo (cargos comissionados) e que não têm a função exigida de continuidade do serviço público, O resultado óbvio é um sistema que aprova leis de forma fragmentada, morosa e impessoal, o que favorece a corrupção."
A bióloga goiana Nathália Machado ensina e mostra na prática a sua Agrofloresta que nasceu há 6 meses no Jardim América
Technology gives us an opportunity to make cities more open, inclusive and democratic. But only if it's used in the right way, says Barcelona's chief technology officer, Francesca Bria
/via nettime
Recent decades have seen a significant shift in how profound and intractable problems such as poverty, disease, violence or environmental deterioration are handled. While such problems have traditionally been handled through national social and spatial policies in European welfare states such as Sweden, there has been a substantial redistribution to the market, regions and communities. This is embodied in the term ‘social innovation’, which marks a critical shift in how, where, and by whom societal problems are handled. Practices of social innovation involve a reconfiguration of relations between the state and citizens, relations that are may be (co-)produced in ways that are regionally, socially, and spatially specific. This paper (in the short form of ‘preliminary findings’) explores the ‘how’ of social innovation through three case studies concerning urban resources issues such as food, water, waste and land use. Building on arguments that design has become central to the (co-)production of social innovation, I examine the role of designers and design artifacts in framing and staging (co-)production within households, neighborhoods and civic arenas. Locating social innovation as the reconfiguration of society from within, I discuss these as examples through which wider social practices and systems, beliefs and authority, may be profoundly altered.